Três tendências na elite empresarial brasileira

Pense nas maiores empresas nacionais. Por acaso saberia me dizer quais são as tendências delas para os próximos anos? Se a resposta foi ‘não’, nós explicaremos para você, pois há determinados itens que poderá inserir e esta é uma lista atualizada de importantes tendências de negócios em 2022. Junto com as empresas, mudanças no comportamento do consumidor e inovações tecnológicas impulsionam cada tendência.

Seja você uma startup desorganizada ou parte de uma empresa da Fortune 500, vale a pena ficar de olho nessas tendências.

1. Vão investir cada vez mais em E-commerce

A pandemia mudou completamente a forma como as pessoas compram. E se os e-commerces já estavam em alta antes do COVID, imagine agora. Só para você ter uma ideia, o setor cresceu 12,6% no primeiro trimestre deste ano, faturando mais de 39 bilhões.

Ou seja, as grandes marcas estão aderindo a esta possibilidade, porque sua empresa de baú refrigerado não faz o mesmo?

2. As redes sociais mostram promoções e produtos para o mundo

Administrar um negócio sem ter presença nas redes sociais é impossível. A importância do Instagram, Tik Tok, Facebook e outros nos planos de marketing das grandes empresas continuará aumentando nos próximos anos.

E se há alguns anos, 73% dos profissionais diziam que esses sites e apps eram “um pouco ou muito eficaz”, atualmente a porcentagem cresceu para quase 100% e se tornou tão fundamental quanto a manutenção de elevadores é para um condomínio de apartamentos.

Precisamos pontuar o número crescente de marcas que vêm recorrendo a influenciadores digitais para comercializar seus produtos, ou seja, os comerciais de TV (e o próprio conceito de assistir aos canais abertos), estão numa curva descendente.

3. Big Data fica maior

Especialistas dizem que o big data continuará a crescer até 2027. Não sabe o que é? Calma que explicamos: este é o conceito de gerar grandes volumes de dados para que essa ‘elite’ entenda as tendências, as preferências e os padrões dos consumidores.

Pesquisas recentes revelaram que a porcentagem de empresas que investem em big data aumentou 25% desde 2020. Além disso, aumentam seus lucros em até 8% e reduzem os custos em 10%.

Quase todos os setores agora usam big data. Pois assim, não irão lançar uma impressora convencional, se os clientes desejam, no momento, um datador automático, por exemplo.

Diversos e-commerces, instituições bancárias e tantas outras já usam dados para prever tendências e demanda de produtos, para aumentar os lucros e garantir a segurança.

Robôs e humanos juntos

Para maior assertividade em serviços repetitivos, haverá, ao longo dos próximos anos, a fusão entre os robôs e os humanos. E já há profissionais do mercado que desenvolvem e distribuem braços robóticos e outros tipos de automação.

Um de seus produtos faz a busca ativa daquilo que os consumidores querem e define, automaticamente, a melhor estratégia de marketing para alcançá-los.

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Este artigo foi escrito pela equipe do Soluções Industriais.

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